Transparência
Os Escoteiros do Brasil – Região do Rio de Janeiro, seguindo os passos da instituição em seu nível Nacional, tem como principal objetivo o incentivo e desenvolvimento do Movimento Escoteiro, com a propagação de seus princípios e valores.
O atingimento desse objetivo passa, obrigatoriamente e cada vez mais, pela adoção de boas práticas de Governança. Essas boas práticas podem ser traduzidas pela adoção de medidas que incentivem a transparência, a prestação de contas, a responsabilidade das ações dos dirigentes, associados e profissionais e o diálogo claro para que todos manifestem sua opinião e tenham seus direitos respeitados.
Através da adoção desses 4 pilares (Transparência, Responsabilidade, Equidade e Prestação de Contas) os Escoteiros do Brasil convertem princípios em recomendações objetivas e práticas, com a finalidade de preservar e otimizar os valores da organização, contribuindo para a qualidade da gestão, sua longevidade e o bem comum.
Transparência, Equidade, Responsabilidade e Prestação de Contas
Transparência: envolve a divulgação de informações de interesse público, prezando por seu tratamento adequado e disponibilizando às partes interessadas não só as informações impostas por leis ou regulamentos, mas toda e qualquer solicitação realizada pelos diversos órgãos de controle e fiscalização.
Equidade: caracteriza-se pelo tratamento justo e isonômico de todas as partes envolvidas na condução e manutenção da instituição. No nosso caso, estamos falando dos nossos associados, das Unidades Escoteiras Locais, da Comissão Fiscal Regional, da Diretoria Regional e das demais partes interessadas (stakeholders), levando em consideração seus direitos, deveres, necessidades, interesses e expectativas.
Responsabilidade: pode ser entendida também como conformidade ou integridade, onde todos os processos, procedimentos e decisões adotadas pelos agentes da Governança Institucional (associados, conselhos, diretoria, auditoria externa, profissionais e prestadores de serviços) devem agir e adotar políticas no cumprimento de normas reguladoras, expressas nos estatutos sociais, nos regulamentos internos, políticas e nas instituições legais no país.
Prestação de Contas: todos os agentes de governança (associados, conselhos, diretoria, profissionais e terceiros) devem prestar contas de sua atuação de modo claro, conciso, compreensível e tempestivo, assumindo integralmente as consequências de seus atos e omissões e atuando com diligência e responsabilidade no âmbito dos seus papéis, fundamentados nas melhores práticas contábeis e de auditoria.